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quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Tempos de inspiração direcionada e presentinho

Título louco... relevem!
Já falei aqui no blog que participo de uma Escola de Filosofia Espiritualista. Pois é, o fato que eu darei mais uma aula lá (a primeira foi há dois anos sobre aquecimento global), sobre a arte de escrever. Sabe essas coisas que a gente decide mais com o sentimento do que com a razão? Foi o que aconteceu quando quis dar essa aula. Desde então venho pensando em como tratar o tema, vindo de uma humilde leitora e aspirante a escritora que sou eu. Como mostrar a minha paixão e de muitos por uma arte que conquista muitos nesse mundo? Confesso que já sei mais ou menos o que saber, mas na hora, apesar do "roteiro", o coração fala mais alto, assim como na hora da decisão que mencionei.
De cara quero levar textos da Clarice, do João Cabral de Melo Neto, Adriana Calcanhotto e Arnaldo Antunes. No mais, continuarei pesquisando até sábado (e aceito sugestões!).

Mudando de assunto, ganhei um presentinho da minha mãe, o perfume Humor da Natura. Ele veio com uma embalagem fofa e até com uns textos sobre o humor nos relacionamentos, acompanhados por ilustrações de Angeli. Olha aqui:


Sem contar que a fragrância é tudo!! Perfeita!
Agora vou indo! Espero sugestões.

domingo, 25 de outubro de 2009

Reaprender

Quero aprender a ser solteira. Não, eu não estou choramingando porque "ninguém me ama, ninguém me quer", sei que não é isso.
O que não quero é ficar com alguém que possa me envolver, me apaixonar. Alguém que mostre no olhar que muito quer, prefiro dispensar por ora. Eu quero reaprender a ser feliz comigo mesma, pois se entregar sem se conhecer por completo resulta em desastre.
Tá aí, me amar. Namorar comigo mesma. Calma, eu explico. Me cuidar mais, me arrumar, investir no meu futuro como estudante. Pensar um pouquinho em mim. Quem sabe assim aprendo meus limites e aprendo que, ao contrário do que diz a música, é possível ser feliz sozinha, sim.

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Será mesmo que você precisa mudar?

Entramos de corpo em alma num relacionamento. A paixão é imensa, a pessoa nos mostra totalmente que nos aceita do jeitinho que somos, sem tirar nem pôr. Daí, os meses se passam e a pessoa que você chama de amor tenta moldar você. Quem nunca passou por isso, hein?

As desculpas são as mais variadas: “Eu quero que você seja melhor pra você mesma, e não pra mim.”, “Tudo vai ficar mais fácil se você mudar.” e frases do gênero. Se formos totalmente seguras de nós mesmas, isso dificilmente irá influenciar e será bem fácil desistir desse relacionamento. Mas como a maioria de nós temos nem que seja uma pontinha de insegurança, balançamos com situações assim. Achamos que realmente temos que mudar, que será melhor assim. É, paixão por vezes cega. Queremos tanto agradar a pessoa que amamos que nem cogitamos a possibilidade de pensar diferente. Não nos perguntamos, em frente ao espelho, se precisamos realmente mudar.

Não falo de se rebelar. Sei que tem coisas que realmente tenho que mudar, não sou a melhor criatura do mundo nem a mais madura, estou em constante aprendizado. Só que tudo na vida tem tempo certo para acontecer, e o fato de agirmos errado não quer dizer que não estamos tentando mudar.

Acredito que quem ama aceita certos costumes da pessoa amada. É por isso que existem as “almas gêmeas”: não são pessoas perfeitas, mas aquela que combina com o nosso jeito de ser, com o que acreditamos. Aquela pessoa que ajudaremos e pela qual seremos ajudadas, por meio da qual todo bem será mútuo. Pessoas assim não nos impõem mudanças: nos aceitam como somos.

“Vou
Aprendo a viver
E num segundo perder
O medo de ser quem eu sou.”

(Passos Escuros - Hevo 84)

PS.: Continuem se inscrevendo para a Blogagem sobre o Halloween e pegue o selo no post abaixo. Em breve, mais informações.


PS.2: Galera, me sigam! Blog novo, poucos seguidores. :D

sábado, 18 de julho de 2009

Sexo sem compromisso


Para muitos, é um absurdo, uma atrocidade. Para outros, mais uma maneira de chegar a momentos de prazer, ou até mesmo o único. Numa sociedade em constante processo de transformação, opiniões ainda são bem divididas.
Conversei com duas garotas, a
Natália e a Clarissa, cada uma com uma opinião diversa, confira:


"Sexo sem compromisso... quer algum assunto mais polêmico? Digo - para as mulheres, que, além das próprias inseguranças, sofrem as pressões machistas da sociedade. Como boa hedonista que sou (porque não sou 100% feminista, uma vez que determinados machismos me favorecem), eu sou a favor do sexo casual - desde que com consentimento, desde que sem expectativas, desde que com intimidade e com prazer. Acho, sim, que a maior parte das mulheres é despreparada psicologicamente para isso; às vezes é por crença (tanto social quanto religiosa), às vezes é por medo, às vezes é por vergonha - não interessando o motivo, todos eles trazem atrelados o fato de que a maioria das mulheres não sabem separar o sexo do amor e, assim, o sexo casual acaba trazendo mais transtornos do que prazer. Por isso digo que a mulher precisa ser bem resolvida - consigo mesma, não com os outros - e ter as questões do (não) relacionamento bem claras; isso feito, é relaxar e gozar." (
Clarissa)

"Sou romântica e acredito em sonho sim. Não consigo desprender da idéia de que sexo é sem amor. Ou sem compromisso. Pra mim, sexo sem compromisso não rola. É uma união quase que perfeita de dois corpos que se amam, que querem estar um com outro. É cumplicidade, é um querer bem, é um compromisso. É como uma conta, em que para se dar certo tem que entrar em perfeita sintonia. Posso parecer ‘careta’ , mas acho que não rolaria comigo, esse tal de sexo sem compromisso." (
Natália)

Minha opinião é meio tradicional (aliás, nem tanto, pois não sou a favor de casar virgem), mas acredito que sexo só acontece com amor. Não há nem clima se não tiver o que, para mim, é essencial. São duas coisas que vem juntas, o sentimento e o ato, numa conjugação perfeita. Porém, sou muito aberta a ouvir pessoas com diferentes opiniões. Tanto que quero saber a sua. Você é contra ou a favor? Por que? Soltem o verbo na minha caixa de comentários!

segunda-feira, 13 de julho de 2009

Suicídio

“Escutem - disse o rapaz. - Estamos na era das facilidades, e vou lhes contar um último requinte. Temos negócios em lugares diferentes, por isso inventou-se a ferrovia. As ferrovias infalivelmente nos separam dos amigos, por isso inventou-se o telégrafo, para que possamos comunicar-nos rapidamente através de longas distâncias… Ora, sabemos que a vida é um palco onde representamos o papel de bufões enquanto isso nos divertir. Faltava ao conforto moderno uma facilidade: uma maneira decente e fácil de sairmos do palco; a escada dos fundos para a liberdade; ou, como disse antes, a porta da Morte. Essa, meus companheiros de revolta, é fornecida pelo Clube dos Suicidas. Não pensem que vocês e eu somos únicos, ou mesmo excepcionais por acalentarmos esse desejo tão razoável. Um grande número de homens, que se cansaram do papel que lhes cabe representar dia após dia, durante a vida inteira, só não escapa por causa de certas considerações. Alguns têm famílias, que sofreriam um grande choque, ou mesmo levariam a culpa, se o assunto se tornasse público; outros têm o coração fraco e temem as circunstâncias da morte… Embora eu odeie a vida, não tenho em mim força suficiente para agarrar a morte e acabar com tudo. Para pessoas como eu, e para todos os que desejam fugir do laço sem escândalos póstumos, foi criado o Clube dos Suicidas."
Trecho do Livro Clube dos Suicidas, de Robert Louis Stevenson, extraído do Blog da Cultura.

O que leva uma pessoa a cometer suicídio? Fraqueza? Medo? Tristeza? Descrença não é, porque quem se mata crê que terá algo melhor depois dali. Será mesmo que terá? Afinal, plantamos aquilo que colhemos e se anulamos a nossa própria existência, o bem mais precioso que temos, como vamos mudar o sofrimento? A página deve ser arrancada, porém o livro não deve ser fechado por conta própria. Você deve escrever em uma nova página. Tem quem o feche por você, na hora certa.
Não estou querendo soar religiosa, apenas acho que não cabe a nós tirar a nossa própria vida. Até porque, se olharmos bem, o que é um grande sofrimento hoje pode ser uma grande tolice amanhã. É uma questão de sabedoria se manter vivo. Se estamos, é porque ainda temos muito o que fazer por aqui.
Se você vive deprê, seja porque o seu ex não te quer mais, ou porque não passou no vestibular, ou ainda perdeu o emprego; lembre que tudo é uma fase. Às vezes é até mais grave: você não tem o que comer, não vê mais sentido na vida por alguma forma... Pra tudo há um jeito: seja num amigo, em palavras de fé, esperança, ânimo, há uma maneira de levantar. Não apague a sua luz. Lembre-se da sua importância para você mesmo e para os outros. Tudo vai passar. Então o que é ruim também passa, por tabela. Tenha paciência, e verá que a vida tem sim, muito sentido.

domingo, 21 de junho de 2009

Diferente

Gosto de coisas inusitadas. Isso se agrava ainda mais na hora da conquista. Ninguém que chegue dizendo coisas lerdas e melosas vai me ganhar. Frases tipo "A cada 5 pensamentos meus, 6 é você!" não colam pra mim. Gosto de originalidade, confiança, autoestima. Aquele olhar que é discreto, mas que diz o que tá sentindo e querendo. As palavras certas e que não demonstram nada de cara: te incita a desvendar todos os mistérios.
Não gosto da ideia de algumas pessoas, que dizem "não sei viver sem ter você". Isso não é amor, e sim dependência, falta de amor próprio. Gosto daquele que de se mostrar tão independente, me conquista por ser completo em si mesmo. Afinal, não acredito em metades que se completam, e sim em pessoas que somam valores uma a outra.

P.S.: Não ache que é papo furado de quem quer arrumar alguém. Tô feliz com alguém que tem todas as características acima. \o/

sexta-feira, 12 de junho de 2009

Amor = surpresa


Chegou sorrateiro, como quem nada queria. Eu, fechada na minha anterior desilusão, não estava nem aí pra nada disso... pelo menos por um bom tempo.
Me aborrecia muito contigo por muito pouco, ou nada. Amizade recheada por desavenças. Contribuí mais com a segunda parte, confesso. Sou mesmo arisca, chata, teimosa mesmo. Me fechava para algo (que agora sei que é) tão bom.
Até que abri meus olhos e percebi que eu também gostava de você. E como... Difícil era aceitar isso. Hoje me pergunto o porquê, algo tão simples e bonito é bem fácil de ser aceito. Mas como já disse, sou teimosa, teimo até com meus próprios sentimentos. Mas se eu fui contra todos os meus preconceitos e resolvi nos dar uma chance, é porque você é realmente muito especial. Te amo!!

domingo, 26 de abril de 2009

Meu amor...

Eu tentei te esquecer, mas vi que isso era impossível. Tudo que me remetia a você já não está mais na minha casa. Porém, você está no meu coração, e não parece querer sair de lá...
Sinto falta do teu sorriso, do teu beijo, do teu abraço, das tuas brincadeiras. Tentei dar chance a outro alguém, e foi aí onde mais errei: o toque de outra pessoa me fez sofrer ainda mais, pois eu sabia que não era você, tinha de ser você, só pode ser você.
Te amo tanto que me sufoco às vezes. Porque agora esse amor está preso aqui dentro de mim. Provavelmente só eu sinto isso, você pode ter me esquecido rápido. Pode até nunca ter chegado a me amar de verdade. Não sei se tudo o que você me disse foi da boca pra fora, ou se realmente queria que eu sumisse. Só sei que isso doeu, e dói ainda mais agora. Eu queria te ver bem, não entendo porque de repente passei a atrapalhar. Se ao menos você tivesse me dito o porquê...
Só quero que você saiba que meu amor é verdadeiro. Pra mim você não é só um menino bobo, é alguém aprendendo a crescer. Então, se quer realmente ficar longe de mim, ouça só um conselho: sempre faça o que o seu coração pede. Não deixe que ninguém te imponha nada, você é o senhor das suas escolhas. Eu te amo muito, e estarei sempre torcendo para que você seja melhor, e ainda que pareça absurdo, nutrindo a esperança de que um dia você vai voltar pra mim.


Ao meu amor, que pode estar longe dos meus olhos, mas parece estar cada vez mais perto do meu coração.

terça-feira, 24 de março de 2009

Fortaleza

Um amor incondicional. Mesmo assim, geralmente só percebemos isso quando estamos na pior. Do que falo? Da nossa família, é claro. Daquele amor que por mais que haja sofrimentos, está sempre lá pra nos fazer ter fé num futuro bem mais propício.
Acredito que não é por acaso que nascemos na nossa família. Cada um de nós veio a essa vida com uma missão, e as pessoas que vivem com a gente possibilitam isso. Mas quem disse que é fácil? Não à toa, temos diversos atritos com os nossos familiares, atritos que muitas vezes podem se transformar em brigas de proporções enormes. É realmente muito difícil esse convívio. Difícil, certamente, mas não é impossível.
Pode ter certeza, por mais que seja difícil às vezes conversar abertamente com os membros da sua família isso pode te trazer surpresas boas. Digo por mim mesma, que ao terminar recentemente meu namoro, descobri conversando com minha mãe ter uma amiga incrível. E com o meu pai, que é com quem tenho mais atritos, aprendo cada vez mais a mostrar como o amo. E vejo nos olhos dele como isso o deixa feliz. Com meus irmãos é até mais fácil, mas não totalmente.
Adoro saber que tenho essa base, pessoas que estarão ao meu lado compartilhando a dor de mais uma queda e me ajudando a levantar. Eles sim, são para sempre! Minha fortaleza, minha vida!

Pauta do Blorkutando. Tema: Relação com a família (um tema que muito me emociona)